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Destaques

Greve Geral - Pelo direito a uma vida digna
Em Braga, numa plateia repleta de empregadores, o Primeiro-Ministro dizia não compreender a resistência dos sindicatos aos bancos de horas. Argumentava que não há mal nenhum nos bancos de horas, porque são acordados livremente entre empregadores e trabalhadores.

Tempos difíceis. Não ficar indiferente. Agir!
Nos tempos difíceis que vivemos, não podemos ficar indiferentes ao aumento das injustiças sociais, à legitimação da guerra como opção para a resolução de conflitos ou aos esforços, mais directos ou mais encapotados para retirar direitos aos mais vulneráveis.



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