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Trump contra Leão XIV: quando a Casa Branca tenta disciplinar a consciência moral
A mais recente investida de Donald Trump contra o Papa Leão XIV não é apenas mais um episódio de descontrolo verbal presidencial. É um sinal político mais profundo e mais preocupante: a tentativa de submeter a autoridade moral e espiritual a uma lógica de obediência geopolítica e de lealdade nacional.


Fazer o mal em nome do bem
Sem surpresa, este governo PSD/CDS continua a tentar afastar a Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses (CGTP-IN) das reuniões que tem promovido sobre a discussão do designado “pacote laboral”, e a maior organização social do país terá de encontrar caminhos para contrariar este ataque aos trabalhadores, às suas organizações representativas, ao Estado de Direito e à própria Democracia.

Parar a espiral da guerra
Como se poderá adivinhar, a minha presença no painel de intervenientes desta iniciativa “Parar a espiral da guerra”, intervenientes de várias crenças e diversos quadrantes ideológicos, só pode significar o juntar de uma voz cristã a esta vontade de pôr fim à guerra e dar corpo a um desígnio de paz.

Papa: a ameaça contra o povo iraniano é inaceitável
Em uma breve declaração em Castel Gandolfo, Leão XIV lança um apelo à paz, convida a entrar em contato com os membros do Congresso para pedir o fim da guerra, pensando nas tantas vítimas inocentes. “Todos os ataques à infraestrutura civil — afirma — são contra o direito internacional, mas são também um sinal do ódio, da divisão, da destruição de que o ser humano é capaz.”

